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paleontologia

categoria: pya lima em ação, quem viveu viu

Centenas de anos antes que nós viéssemos morar neste bairro, criaturas horripilantes e ferozes habitavam a região. Outro dia, encontramos o fóssil de um destes monstros. Ou não.

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dia 29 de agosto foi tuuuuudo!

categoria: quem viveu viu

Assim que estivermos plenamente recuperadas publicaremos as fotos da festança!

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dislexia

categoria: quem viveu viu

Quem leu o capítulo “Explicação, conclusão, resultado e apêndice” do Armário sem Portas sabe que a Pya sofre de dislexia. Como não consegue pronunciar várias palavras, foge delas como gato corre de banho. Para não passar por “inguinorante” no açougue, em vez de dizer “um quilo de largarto”, pede “um quilo daquela carne de boi que fica entre a chã-de-dentro e a chã-de-fora, ótima pra assar”. Com os sobrinhos, tem duas opções: sugerir brincarem com “aquelas bolinhas pequenininhas, coloridinhas, lisinhas, de vidro” ou resumir: “Quem quer jogar bola de gule?”.

Daí nós estávamos trabalhando neste site e chegou a hora de nomear as categorias dos posts. O que se refere ao próximo AsP 2 seria chamado de “Quem viver verá”. Portanto, o mais lógico seria chamar de “Quem viveu viu” tudo que se relacionasse ao primeiro livro. Mas esses tempos verbais malvados atrapalharam minha amada. Acompanhem o esforço mental dela e a minha paciência:

“Quem viverá, viu”?

Não, Vida, quem ainda vai viver não pode já ter visto.

“Então: Quem viveu, verá”?

Também não, quem viveu não pode ver mais nada.

“Ah, é que eu me confundi, Bichão. Quem vive, viveu”?

Bom, Vidinha, quem vive hoje até pode já ter vivido ontem, mas isso não tem nada a ver…

“Não? Por quê? Tá, depois você me explica. E se ficar: Quem vier, viverá?”

Como assim, “Quem vier?”

“Não é vier? Então: Quem for?”

Patricia!

(Crédito da imagem: Rui Werneck de Capistrano)

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cara de uma, queixinho da outra?

categoria: quem viveu viu

A semelhança entre Karla e Zélia já rendeu muita confusão. Todos aqueles que confundiram meu Bicho com a cantora até hoje devem pensar que a artista é meio tímida, meio tonta, meio antipática, meio assim-assim.

Quando as duas usavam o mesmo comprimento de cabelo, vira e mexe a Karla saía fugida de casas de shows, escapulia correndo de pedidos de autógrafo e repetia com tanta frequência “não, eu NÃO sou a Zélia” que quase chegou a registrar a negação no gravadorzinho portátil – seu sonho era ver uma fã chegando, sedenta por uma assinatura, e dar “play”.

No Armário sem Portas, “esmiuçamos em miúdos” as situações em que a imagem da Zélia sofreu os maiores arranhões. Veja lá: http://www.litrosdeletras.com.br/asp/asp-166-169.pdf

Agora isso não acontece mais, porque meu Bicho adotou cachos longos, enquanto a cantora se manteve fiel ao estilo mais curtinho. Agora, fala que não: o queixinho da outra não é a cara da uma?

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bochechuda galopante e porpetinho ranzinza

categoria: quem viveu viu

Aretha e Oliver não estão mais conosco. Eles partiram em diferentes épocas, por diferentes razões e de diferentes maneiras. O que é muito natural, se levarmos em conta que nunca concordaram em nada mesmo. Mantiveram a coerência até o fim, mas foram traídos pelo passado e pelo presente: anos antes de se conhecerem, posaram para foto na mesma posição; anos depois de terem partido, continuam em nossos corações.

No Armário sem Portas, três capítulos contam sobre eles. Conheça aqui o início, o meio e o fim.

O vai-e-vem, o volta-e-vai: http://www.litrosdeletras.com.br/asp/asp-76-82.pdf

Final feliz de uma história de amor improvável: http://www.litrosdeletras.com.br/asp/asp-92-94.pdf

Nossa Senhora, Fátima: http://www.litrosdeletras.com.br/asp/asp-100-108.pdf

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Cartório na areia

categoria: quem viveu viu

Mais um post da série “assassina a serpente e exibe a arma”, com o bônus extra de que este revela um erro. No Armário sem Portas, a reprodução do nosso contrato de casamento termina com local e data: Natal, 3 de março de 2003 (leia o capítulo sem precisar decifrar os garranchos).

Ao resgatar o contrato para postar aqui, porém, descobrimos uma ligeira imprecisão de… 350 quilômetros!

No calor do momento, no calor do entardecer sob o sol, com o calor do amor no coração, acabamos nos empolgando e escrevendo “Fernando de Noronha”, quando, na verdade, só no dia seguinte é que seguimos para o arquipélago. Perdoem-nos a mentirinha involuntária, foi a emoção!

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