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Armário na Parada

categoria: por aí, tá no ar

O site da Parada Lésbica resenhou nosso Armário sem Portas 2. Diz o texto: “Só lendo para saber como este livro é divertido e apaixonante”.

http://paradalesbica.com.br/2014/03/com-voces-asp-2/

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Vozes no Dignidade

categoria: por aí, tá no ar

O “Muito Prazer – Vozes da Diversidade” mereceu uma resenha muito bacana no site do Grupo Dignidade, fundado em Curitiba em 1992. A ONG atua na defesa e promoção da livre orientação sexual e dos direitos humanos de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. Que honra ter um trabalho citado por eles!

http://www.grupodignidade.org.br/blog/2014/jornalista-discute-visibilidade-lesbica-no-brasil-em-livro-reportagem/

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Litros de Letras na revista Via G

categoria: por aí, tá no ar

Três livros nossos saíram na edição de janeiro/2014 da revista Via G:
o “Muito Prazer – Vozes da Diversidade” e os dois “Armário sem Portas”.

Encontre-nos na página 61:

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viagens 2011: nós em Paris

categoria: por aí

Um ano depois de voltarmos, afinal conseguimos tempo de editar o último terço da nossa viagem.

 

 

 

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algum panfleteiro de plantão?

categoria: por aí, quem viver verá

Estamos imprimindo flyers para divulgar nossos livros. Se você tem interesse (leia-se: “pode nos fazer o favor”) em distribuir na sua cidade, entre em contato: karla@litrosdeletras.com.br

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os valores e o preço

categoria: por aí

Outro dia, Patricia e eu fomos almoçar em um restaurante recém-aberto aqui no bairro. O menu informava dois preços para o bufê: individual e casal. Ao fim da refeição, a conta chegou cobrando dois individuais.

Chamamos o garçom, explicamos que somos mulher e mulher e pedimos a correção do valor. Ele prontamente se dispôs a alterar, mas antes de se afastar explicou que, como nada indicava que éramos um casal (desculpe a falta de adesivos em nossa testa!), ele não poderia ter-se antecipado e feito de cara uma conta promocional: “Se a gente parte do princípio que duas mulheres ou dois homens são um casal, e não são, a gente pode até sofrer processo”.

What?! Então um/uma HT ser tomado/a por homossexual é uma ofensa? E tão grave que pode, ao menos em tese, levar a um processo? Se a honra reside na orientação sexual, nós, como homossexuais, não poderíamos nos sentir agredidas com a suposição dele de sermos héteros? E processá-lo ou ao restaurante com base em calúnia ou difamação?

Volta o garçom com a conta corrigida. Despede-se brincando: quando suspeita que dois homens se declaram casados apenas para pagar menos, ele pede que os rapazes se beijem. O garçom se divertia com a traquinagem de obrigar dois HTs a darem um selinho, pagando com constrangimento o desconto obtido em dinheiro. A nós ele não impôs a “punição”, mas nos beijamos, ainda assim – uma traquinagem que cobrava do constrangimento dele o preço da nossa ofensa. Humpf!

Tentando me fazer ver outro lado da situação, uma amiga ponderou: “Não é assim que o mundo anda. Imagina se ele sai perguntando para todo par de pessoas se são um casal…” Pois imagino, sim. Seria ótimo.

Cada vez que o casal de mulher com homem é tomado por “normal”, um casal de mulheres é, automaticamente, “anormal”. Cada vez que achamos “natural” o par afetivo mulher-homem, achamos “antinatural” o par homem-homem. Este é um restaurante desconhecido, de bairro – o impacto da promoção é restrito. Apesar disso, o estrago que pode causar é enorme, especialmente em homossexuais jovens e/ou que ainda não se aceitaram. E, afinal, por que raios o sentimento de desajuste dos homossexuais seria menos importante do que a suposta ofensa dos héteros? Se uma promoção aberrante como esta existe, ele deveria ser instruído a perguntar sempre SIM!

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