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cara de um, focinho do outro

categoria: panquequices

Eu, particularmente, acho a Karla a cara da Panqueca. Ela se ofende e diz que não, que a Panqueca é que é a cara dela – e ainda acrescenta um indignado ‘humpf’ no final do protesto. Não entendo qual a diferença entre a Karla ser a cara da Panqueca e a Panqueca ser a cara da Karla. Para mim, é igual a 2 + 3 = 5 ou 3 + 2 = 5.

Quando alguém (que não sei quem) me mandou (não lembro quando) uma campanha de patê estrelada por cães com as caras de seus donos, pensei que ali estava a oportunidade perdida de minha filhota e esposa terem virado estrelas. Seu cachorro é a sua cara? Ou você é a cara do seu cachorro?

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quem, eu?

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Superado o luto pelo Oliver, aproveitamos um longo período de liberdade doméstica. Ninguém nos esperava em casa, nenhum bichinho dependia de nós para ter companhia, comer, brincar e passear. Foram meses de esbórnia. Viajamos, emendamos um programa no outro desde cedo até tarde da noite, a bagunceira do casal largava ainda mais coisas espalhadas pela casa toda. Até que um dia, refeitas da dor e cansadas da farra, bateu o desejo de ter novamente um pet. Uma vez cachorreiras, sempre cachorreiras!

A chegada da Panqueca foi o fim de um longo e divertido processo, que vamos apresentar em detalhes no livro novo. Agora, nos restringimos a contar um só episódio.

Era uma vez uma Cocker filhote que tinha uma caminha colorida e cheia de mimos caninos. Um dia, percebendo que estava sozinha em casa, decidiu explorar o ambiente. Cômodo após cômodo, ela viu muita coisa bonita e interessante, mas inacessível a seu pequeno tamanho. Até que, em um lugar todo branco, de piso frio, encontrou o brinquedo perfeito. Estava ao alcance, era macio, perfumado, saboroso e, o melhor de tudo, saía do lugar! A exploradora peluda não teve dúvidas: abocanhou o novo amigo e o levou para conhecer a casa toda, terminando a excursão na própria cama. Certa de que não havia razão para bronca, recebeu as donas de volta com o olhar mais doce e inocente do mundo. Ah, as delícias de ter um cãozinho.

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P-sa P-ga da P-lín P-gua do P-P

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Tudo partiu da protagonista, Panqueca. Pouco após, pintou Paçoca, primeira prima. Posteriormente, Pessoa, prima pestinha. Presentemente, procuramos por Piolho, para parceria permanente. Preferencialmente, sem pulgas.

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Hein?!

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A velha surda da praça fez um frila aqui em casa.

– Nossa, a Panqueca está uma gula!

– É atriz pornô?

– Oi?

– Essa “Talma Gula”

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