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Cartório na areia

categoria: quem viveu viu

Mais um post da série “assassina a serpente e exibe a arma”, com o bônus extra de que este revela um erro. No Armário sem Portas, a reprodução do nosso contrato de casamento termina com local e data: Natal, 3 de março de 2003 (leia o capítulo sem precisar decifrar os garranchos).

Ao resgatar o contrato para postar aqui, porém, descobrimos uma ligeira imprecisão de… 350 quilômetros!

No calor do momento, no calor do entardecer sob o sol, com o calor do amor no coração, acabamos nos empolgando e escrevendo “Fernando de Noronha”, quando, na verdade, só no dia seguinte é que seguimos para o arquipélago. Perdoem-nos a mentirinha involuntária, foi a emoção!

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